Arquivo | janeiro 2006

A Ascensão e os Relacionamentos Românticos

 
O OCULTISTA E O MÍSTICO
 
Um dos padrões de relacionamento mais interessantes que há diz respeito a duas figuras muito comuns com a nova onde de ascensão em massa e de elevação da humanidade como um todo: o ocultista e o místico. Esse tipo de relacionamento encerra um grande potencial para prestar serviço ao mundo e, ao mesmo tempo, preencher as necessidades afetivas. Quando o ocultista e o místico têm um relacionamento íntimo, em geral também se tornam parceiros em sua missão. Portanto, a união dessas duas pessoas tem um duplo propósito. É o tipo de união que "está escrito nas estrelas’, por assim dizer. Só existe um porém: amos os parceiros têm de estar de acordo com as lições de padrões de crescimento referentes à vida aqui na Terra!
 
De fato é maravilhoso quando dois trabalhadores da luz travam um relacionamento no qual o psicólogo espiritualista, o cientista cósmico movido pela lógica e por um centro cerebral extremamente ativo, vem a se unir com um místico, mais intuitivo, amoroso e sentimental, e que vive e age a partir do seu dinâmico centro do coração. O trabalho que podem fazer pelo planeta e um pelo outro é praticamente ilimitado. No entanto, essas pessoas não estão absolutamente isentas dos probleemas inerentes a qualquer relacionamento, e não tardarão a enfrentar tanto seus problemas pessoais quantos os comuns a qualquer casal que viva neste planeta.
 
Convém lembrar que, nesse caso, o relacionamento serve como um grande espelho. Ele é um ótimo meio de purificação e de descoberta para quem está disposto a crescer e trazer à luz facetas ocultas de si mesmo. Um verdadeiro ocultista, por exemplo, pode ficar tão absorvido pelos mecanismos e confiigurações do universo que acabe perdendo contato com os mecanismos da vida diária. Ele talvez tenda a esquecer certas coisas que sejam importantes para o parceiro mais sintonizado com o coração. (Em geral o homem é mais ocultista e a mulher, mais mística, embora haja exceções).
 
O ocultista pode ficar tão imerso na cosmologia do universo que esqueça os horários dos seus compromissos assim como aniversários, datas importantes e outras coisas do tipo. O místico centrado no coração pode ficar extremamente magoado caso o parceiro esqueça ou ignore seu aniversário, que é de fato uma ocasião de celebração. Também nesse caso é preciso que cada parceiro encontre um ponto de equilíbrio dentro de si mesmo, para que possa exprimir plenamente o que é e, ainda assim, integrar o todo.
 
Muitos traalhadores da luz gostariam de não ter de lidar com as questões práticas do dia a dia, mas ninguém está livre de enfrentar essa parte da vida, não importa o nível em que esteja. A integração de todos os corpos é uma necessidade, e ninguém tem o privilégio de se isentar dessa tarefa. A expectativa é que, à medida que atinja a iluminação, você tenha mais condições de manter todos os seus corpos integrados. No entanto, em vista da aceleração sem precedentes pela qual estamos passando, é inevitável que todos nós tenhamos algum trabalho a fazer com relação a esse aspecto.
 
Consideremos também o místico à luz dessas qustões. O místico é uma pessoa que tem muito amor no coração e geralmente faz algum tipo de canalização. Ele pode canalizar liivros, poesia, preleções, quadros e outras coisas do tipo, e, do seu próprio jeito, ser tão ligado ao abstrato quanto o ocultista. O que pode acoantecer, nesse caso, é que ele fique perdido  em devaneios ou nas esferas da sua vidência, assim como acontece com o artista. Ele talvez se revele incapaz de se envolver mais com as questões mundanas e as considere um peso ou uma amolação. O m’sitico tem menos propensão a esquecer aniversários e datas especiais, pois essas  ocasiões são importatnes para ele.
 
Existe, no entanto, o periigo de o místico negligenciar o funcionamento saudável de sua esfera emocional, com exceção das questões que mencionei. Ta;vez ele só deixe que se aproximem pessoas que tenham uma ligação estreita com os reinos elevados do sentimento. Assim como acontece com qualquer pessoa, todos os aspectos do místico precisam ser trabalhados e sintonizados. Isso fará com que ele se torne tanto um canal quanto um parceiro melhor, pois a integração do todo é uma tarefa da qual ninguém escapa.
 
O casamento entre o místico e o ocultista tem um enorme potencial, pois trata-se de um vínculo entre duas pessoas que possuem uma grande luz interior. Eles tem muito a oferecer um ao outro e ao mundo. A sintonia básica que existe entre eles é ne natureza elevada e sutil, e o amor que sentem um pelo outro é, em grande parte, permeado pelo amor divino. No entanto, nessa relação existe o risco de amos se esquecerem de suas qualidades humanas e o fato de que terão de enfrentar algumas dificuldades e desafios inerentes a todo relacionamento. Tanto o ocultista quanto o místico precisam se incumbir da tarefa de manter seus quatro corpos inferiores em perfeitas condições. Também tem de se empenhar para integrar as energias poderosas e transformadoras que advêm da alma e/ou da mônada.
 
Outro ponto a considerar é o fato de que o ocultista tende a ser mais integrado do ponto de vista psicológico, enquanto o místico costuma ser mais desenvolvido do ponto de vista mediúnico. Isso proporciona uma ótima oportunidade para que um leve o outro ao equilíbrio, estimulando no parceiro a faceta que precisa de desenvolvimento. Assim, o ocultista aprenderá como integrar as qualidades do místico, e este, por sua vez, aprenderá como integrar as qualidades do ocultista. Dessa forma, ambos ficarão muito mais equilibrados e haverá uma cooperação mauito maior dentro do relacionamento.
 
Quanto mais alto você chega, mais integrado tem de ficar. Sejam gratos por ter a companhia um do outro e as energias da alma e da mônada, assim como a graça e as b6ençãos dos mestres que invocam. Na ligação entre vocês, existe uma grande oportunidade de progresso, serviço e aceleração no processo de iniciação. Porém, só poderão aproveitar essa oportunidade se estiverem dispostos a olhar com honestidade para si mesmos (não para o outro, mas para si mesmos) e a usar os mesmo instrumentos que já sugeri anteriormente ao tratar de outros tipos de relacionamento. Vocês tem de estar prontos para fazer um exame ateento de todo o seu sistema de quatro corpos e para livrar de qualquer contaminação, bloqueio e padrão egóico negativo que ali encontrar. Nos relacionamentos íntimos, exxxiste a oportunidade de fazer isso caso ambos os parceiros estejam realmente dispostos a cooperar um com o outro nesse processo.
 
A importância disso é tão grande para aqueles que estão empreendendo o caminho da ascensão (junto com o companheiro ou sozinho) que não me canso de repetir: é grande a tentação de se achar melhor do que o outro e de atribuir mais importância a si mesmo do que a esse trabalho com os quatro corpos, só pelo fato de já se ter passado por algumas iniciações. É por isso que eu o faço diariamente, pedindo que ocorra a limpeza, a cura e o desbloqueio do meu campo. Nenhum de nós já se elevou a ponto de dispensar esse trabalho. É vital que você esteja ciente de que quanto maior for seu quociente de luz e amor, mais vontade você terá de servir. É, portanto, crucial que nossos corpos estejam tão desbloqueados, puros e integrados quanto possível, ao prestarmos esse serviço à humanidade.
 
A união de dois trabalhadores da luz possibilita que um parceiro mostre ao outro o caminho quando sentir que este vacccila. Um deles pode ajudar gentilmente o outro a tomar consci6encia, enquanto este se empenha para entrar novamente em sintonia. Mas em hipótese alguma o ocultista ou o místico pode pensar que é melhor ou mais evoluído do que o parceiro e assumir para o outro o papel de falso guru. Tudo oq ue eu digo é que, nesse padrão tão original de relacionamento entre trabalhadores da luz, os parceiros podem ajudar um ao outro a ajudar a si mesmos, além de representar mutuamente em apoio excelente . Assim como cada um dos parceiros tem de chegar a um ponto de equilíbrio yin/yang, Shiva/Shakti, masculino/feminino dentro de si mesmo, existe também um ponto no qual o ocultista e o místico fundem-se dentro de cada ser.
 
Assim como o homem equilibrado tem seu ponto de equilíbrio e a mulher equilibbrada tem o dela, eles tamém podem ter uma propensão maior para o lado oculto ou para o lado místico. Isso não significa que não tenham ainda de encontrar eses ponto de equilíbrio ou que não tenham de integrar  todos os seus quetro corpos inferiores assim como os superiores, além de apoiar de modo franco e afetuoso o relacionamento que tem entre si. O trabalho continua – só que num nível mais elevado.
 
Portanto, parceiros ocultistas e místicos, façam um bom trabalho. Não deixem de aprimorar constantemente a si mesmos e de fazer, com amor e cooperação, o trabalho necessário a todo relacionamento. Continuem firmes na luz e na sua missão divina, e assim vocês estarão fazendo o melhor possível. Então, façam uma pausa, divirtam-se, relaxem e aproveitem a companhia um do outro. Nós do tipo ocultista ou místico corremos o rismo de esquecer esse lado da vida, por isso eu os incentivo a fazer o que, segundo dizem, Deus tam’bem fez: "E, no ‘setimo dia , Ele descansou". Façam sua tarefa, mas também relaxem e aproveite3m bem o tempo que passarem juntos!.
 
(Texto de Joshua David Stone)
 
 
 
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A Psicologia dos Sonhos – Osho

Você pode explicar o que quer dizer por sonhos?
 
Nós temos sete corpos: 1) o físico, 2) o etérico, 3) o astral, 4) o mental, 5) o espiritual, 6) o cósmico e 7) o nirvânico. Cada corpo tem o seu próprio tipo de sonho. O corpo físico é conhecido na psicologia ocidental como o consciente, o corpo etérico como o inconsciente e o corpo astral como o inconsciente coletivo.
 
O corpo físico cria os seus próprios sonhos. Se o seu estômago está mal, um tipo particular de sonho é criado. Se você está doente, febril, o corpo físico cria o seu próprio tipo de sonho. Uma coisa é certa: o sonho é criado a partir de algum desconforto.
 
O desconforto físico, a dificuldade física (dis-ease), cria seu próprio domínio de sonhos, portanto um sonho físico pode até mesmo ser estimulado de fora. Você está dormindo. Se um  pano úmido for colocado em suas pernas, você começará a sonhar. Você poderá sonhar que está atravessando um rio. Se um travesseeiro for colocado em seu peito, você começará a sonhar. Você poderá sonhar que alguém está sentado em você, ou que caiu uma pedra em voc6e. Estes são sonhos que chegam através do corpo físico.
 
O corpo etérico (o segundo corpo) sonha à sua própria maneira. Estes sonhos etéricos têm criado muita confusão na psicologia ocidental. Freud confundiu os sonhos etéricos com os sonhos causados pelos desejos reprimidos.   sonhos que são causados pelos desejos reprimidos, mas estes sonhos pertencem ao primeiro corpo, o físico. Se você reprimiu os desejos físicos – se você jejuou, por exemplo – então há toda a possibilidade de que você sonhará com o café da manhã. Ou, se você reprimiu o sexo, então há toda a possibilidade de que você terá fantasias sexuais. Mas estes sonhos pertencem ao primeiro corpo. O corpo etérico não é abordado pela investigação psicológica, assim seus sonhos são interpretados como pertencentes ao primeiro corpo, o físico. Então, muita confusão é criada.
 
O corpo etérico pode viajar nos sonhos. Há toda a possibbilidade de ele sair do seu corpo. Quando você se lembrar, será lembbrado como um sonho, mas não é um sonho no mesmo sentido como os  sonhos do corpo físico. O corpo etérico pode sair de você quando você está dormindo. O seu corpo físico estará ali, mas o seu corpo etérico poderá sair e viajar no espaço. Não há espaço limitando-o; não há a questão da distância para ele. Aqueles que não entendem isto, que não reconhecem a existência do corpo etérico, podem interpretar isto como o comínio do inconsciente. (…) Se você se torna consciente do seu próprio corpo etérico, o sonho relacionado a este domínio torna-se consciente.
 
(…) O mantra é um dos métodos para criar visões etéricas, sonhos etéricos. Um mantra particular ou um nada (uma palavra sem qualquer significado) pode driar sonhos etéricos. Há tantos métodos. O som é um deles. Os sufis tem usado perfume para criar visões etéricas. (…) Um perfume particular pode criar um sonho particular.  As cores também podem ajudar. (…)
 
Assim, quando alguém se aprofunda na meditação e vê cores, e experimenta perfumes e sons e música absolutamente desconhecidos, estes também são sonhos, sonhos do corpo etérico. As assim chamadas visões espirituais pertencem ao corpo etérico; são sonhos etéricos. Os gurus que aparecem diante dos seus discípulos, nada mais são dos que viagem etérica, sonho etérico. (…)
 
Há também sonhos astrais. No sonho astral você entra nos seus nascimentos anteriores. Essa é a sua terceira dimensão do sonhar. Às vezes num sonho comum, parte do etérico ou parte do astral podem estar ali. Então o sonho se torna uma desordem, uma confusão. Você não pode entendê-lo. Porque os seus sete corpos estão em existência simultaneamente, algo de um domínio pode passar de outro, pode penetrá-lo. Às vezes, pois, mesmo nos sonhos ordinários, há fragmentos do etérico ou do astral.
 
No primeiro corpo, o físico, você não pode viajar nem no tempo nem no espaço. Você está confinado ao seu estado físico e ao tempo particular que é – digamos dez horas da noite. O seu corpo físico pode sonhar neste espaço e tempo particulares, mas não além deles. No corpo etérico você pode viajar no espaço, mas não no tempo.  (…) No domínio astral, no terceiro corpo, você pode viajar não apenas no espaço, mas também no tempo. O corpo astral pode atravessar a barreira do tempo – mas somente em direção ao passado, não em direção ao futuro. A mente astral pode entrar em toda a infinita série do passado, da ameba ao homem.
 
Na psicologia junguiana, a mente astral tem sido chamada de inconsciente coletivo. É a sua história individual de nascimentos. (…)
 
O quarto corpo é o mental. Ele pode viajar ao passado e ao futuro. Numa emergência aguda, às vezes até mesmo uma pessoa comum pode ter um vislumbre do futuro. Se alguém próximo e querido está morrendo, a mensagem pode ser passada a você num sonho comum. Porque você não conece qualquer outra dimensão do sonhar, porque você não conhece as outras possibbilidades, a mensagem penetrará o seu sonho comum.
 
Mas o sonho não será claro, por causa das barreiras que têm de ser ultrapassadas antes que a mensagem possa se tornar uma parte do seu estado domum de sonho. Cada barreira elimina algo, transforma algo. Cada corpo tem sua própria simbologia, assim cada vez que um sonho passa de um corpo para outro, ele é traduzido à simbologia daquele corpo. Então, tudo se torna confuso.
 
Se você sonhar no quarto corpo de uma forma direta – não através de outro corpo, mas através do próprio quarto corpo – então você poderá penetrar no futuro. Mas somente no seu próprio futuro. É ainda individdual; você não poderá penetrar no futuro de outra pessoa. (…)
 
O quinto corpo, o corpo espiritual, atravessa o domínio individual e o domínio do tempo. Agora você está na eternidade. O sonhar não diz respeito a você como tal, mas à consciência do todo. Agora você conhece o inteiro passado de  toda a existência, mas não o futuro.
 
Através deste quinto corpo, todos os mitos da criação tem sido desenvolvidos. São todos o mesmo. Os símbolos diferem, as histórias diferem um pouco, mas sejam eles cristãos ou hindus ou judaicos ou egípcios, os mitos da ciração – como o mundo foi criado, como veio à existência – são todos paralelos; todos eles têm uma subcorrente de similaridade. Por exemplo, histórias similares do grande dilúvio existem em todo o mundo. Não há registro histórico delas, mas ainda, há um reggistro. Esse registro pertence à quinta mente, o corpo espiritual. A quinta mente pode  sonhar a respeito delas.
 
Quanto mais você penetra interiormente, o sonho aproxima-se mais e mais à realidade, mas não é tão real. O etérico é muito mais real, o astral é ainda mais real, o mental aproxima-se do real e finalmente, no quinto corpo, você se torna autenticamente rezlista no seu sonhar. Esta é a maneira de conhecer a realidade. Cchamá-la de sonhar não é adequado. Mas de um certo modo é sonhar, porque o real não está objetivamente presente. Ele tem sua própria objetividade, mas ela surge como uma experiência subjetiva.
 
Duas pessoas que realizam a consciência do quinto corpo podem sonhar simultaneamente, o que não é possível antes disto. (…) Eis como tantas pessoas, sonhando no quinto corpo, chegaram a conhecer os mesmo mitos. Estes mitos foram criados por escolas particulares, tradições particulares trabalhando juntas. (…)
 
Todas as concepções teológicas são criadas pelo quinto corpo. Elas diferem em suas linguagens, suas terminologias, suas conceituações, mas elas são basicamente as mesmas. São sonhos do quinto corpo.
 
Nos exto corpo, o corpo cósmico, você cruza a linha do consciente/inconsciente, da matéria/mente. Você perde todas as distinções. O sexto corpo sonha sobre o cosmo. Você atravessa a linha da consciência e o mundo insonciente também se torna consciente. Agora tudo é vivo e consciente. Mesmo o que chamamos de matéria é agora parte da consciencia.
 
No sexto corpo, os sonhos dos mitos cósmicos tem sido realizados. Você transcendeu o individual, você transcendeu o consciente, você transcendeu tempo e espaço, mas a linguagem ainda é possível. Ela aponta em direção a algo; indica algo. As teorias de brahma, maya, teorias da unicidade, do infinito, todas foram concebidas no sexto tipo do sonhar. Aqueles que tem sonhado na dimensão cósmiica tem sido os criadores dos grandes sistemas, das grandes religiões.
 
Através do sexto tipo de mente, os sonhos são em termos do ser, não em termos do não ser; em termos da existência positiva, não em termos da inexistência. Há ainda um apego à existência e um medo da inexistência. Matéria e mente tornaram-se uma, mas não a existência e a inexistência, não os er e o não ser. Eles ainda estão separados. Esta é a última barreira.
 
O sétimo corpo, o nirvânico, cruza a fronteira do positivo e salta para o nada. Ele tem seus próprios sonhos: sonhos da inexistência, sonhos do nada, sonhos do vácuo. O sim foi deixado para trás e até mesmo o não, não é um não agora: o nada não  é o nada. Ao contrário, o nada é ainda mais infinito. O positivo deve ter fronteiras; não pode ser infinito.  Somente o negativo não tem fronteiras.
 
Assim, o sétimo corpo tem os seus próprios sonhos. Agora não há símbolos, não há formas. Somente o amorfo é. Agora não há som, mas o insonoro; há silêncio absoluto. Estes sonhos de sil6encio são totais, infindáveis. (…)
 
Extraído do livro "Psicologia do Esotérico), de Osho, Editora Ícone, 1990.